O Exército defendeu na quinta-feira um membro da equipe do Cemitério Nacional de Arlington que se viu em uma breve confrontação com dois homens que trabalhavam para a campanha de Trump, afirmando em um comunicado que ela "agiu com profissionalismo" durante o encontro e que sua reputação foi "injustamente atacada" pelos representantes do ex-presidente.
A mulher, que os oficiais do Exército pediram para permanecer não identificada por questões de segurança, buscou restringir a fotografia pela campanha de Trump de acordo com regulamentos federais que proíbem atividades partidárias no cemitério, o local de descanso final de mais de 400.000 tropas dos EUA, veteranos e membros da família. O ex-presidente Donald Trump estava lá para marcar o terceiro aniversário de um atentado suicida durante a evacuação do Afeganistão que matou 13 tropas dos EUA, e as famílias de dois desses membros do serviço o convidaram para acompanhá-los aos túmulos de seus entes queridos.
Mas a equipe do cemitério havia estabelecido diretrizes antes da visita que deixavam claro que não haveria fotografia oficial durante uma visita aos túmulos na Seção 60, um terreno de 14 acres onde muitos veteranos de guerras recentes estão enterrados. Depois que a funcionária buscou reforçar essas diretrizes, ela foi "bruscamente empurrada" pelas pessoas no séquito de Trump, disseram os oficiais no comunicado.
A confrontação levou a mulher a registrar um relatório com a aplicação da lei, mas os oficiais disseram que ela depois decidiu não apresentar queixas. "Portanto," diz o comunicado, "o Exército considera este assunto encerrado."
As identidades dos dois funcionários da campanha supostamente envolvidos não foram divulgadas.
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